quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Nota de esclarecimento sobre as convocações da Saúde


Nota de Esclarecimento

A Secretaria de Estado da Gestão Administrativa (SGA) vem a público esclarecer sobre as convocações referentes ao concurso da Saúde realizado em 2013.
Informamos que, neste momento, serão convocados somente médicos especialistas dentre os aprovados no certame, em virtude do término de contratos temporários de profissionais dessas áreas e da grande demanda dessas especialidades nos hospitais públicos.
A medida foi tomada para não comprometer o equilíbrio fiscal e seguir o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Esclarecemos que os aprovados dentro das vagas têm seus direitos garantidos em lei e serão convocados gradativamente, conforme o interesse da administração pública.
Sawana Carvalho
Secretária de Gestão Administrativa

Operação policial ‘Repatriar’ prende mais de 40 pessoas no Acre, além de armas, drogas, dinheiro e bens pessoais

Texto Alexandre Lima
Desde as primeiras horas da madrugada desta terça-feira, dia 6, mais de 100 agentes em todo do Acre, vasculharam seis municípios do Estado, para cumprir mandados de prisão e apreensão de pessoas que estariam envolvidas com o tráfico de drogas.
 

Somente na capital, mais de 40 foram presos, além de armas, munição, dinheiro, bens pessoais. Foram cumpridos 50 mandados de prisões, apreendido mais de 80 quilos de drogas, 48 veículos sequestrados, 43 contas bancárias bloqueadas, cinco armas de fogo apreendidas, além de outros bens materiais de origem duvidosa.
Na regional do Alto Acre, o delegado de Brasiléia, Karlesso Nespoli, juntamente com o delegado de Xapuri, Alex Danny, cumpriram dois mandados de prisão e apreensão. Na cidade de Assis Brasil, foi preso Romildo Freitas Gonçalves (32), da cidade de Assis Brasil, que faz fronteira como Peru. Em sua casa, foram localizados cerca de R$13 mil reais em cédulas brasileiras.
 

Na cidade de Brasiléia, foi preso Aldemir Leonardo, também localizado em sua casa com R$ 12 mil reais e U$ 1.300 dólares (cerca de R$ 3.900). Aldemir foi protagonista num caso de 2016, quando foi preso com outra pessoa na BR 317, acusados de tentar levar cerca de 14 quilos de cocaína para a capital.




Após sua prisão, o mesmo foi liberado pela Comarca de Brasiléia, onde conseguiu convencer o magistrado que a droga havia sido ‘plantada’ dentro do seu carro pelos agentes policiais para que fosse incriminado.
Fonte:http://www.oaltoacre.com/

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Os Aventureiros da Dança (Plácido de Castro)


Texto Antônio do Carmo e Ermeson Nei
O grupo de dança, foi um grupo de jovens que embarcou em uma febre do ano de 1997, febre essa que contaminou não só esse jovens, como também outros, entre homens e mulheres,  Os Aventureiros da Dança teve início 97 com os componentes Antônio do carmo, Vanderley, Francisco Amora, Valcir Lessa, Depois jucelino, Edinho (Ermeson Frazão), Cacio, Junior, Railton e Werverton. Como uma grande diversão que eles levavam a sério e tinham ate agenda, com apresentações na boate local, impacto dance em Plácido de Castro em outros municípios como: Acrelândia,  Redenção, Campinas, Capixaba, Quinari, Rio Branco e  Sena Madureira.
E assim foi um resumo do grupo de dança Os Aventureiros da Dança.
Hoje o que existe mais e grupo de whaWhats.




quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

No AC, homem é condenado por injúria racial após chamar eletricista da Eletrobras de ‘macaco’ e ‘urubu’

Por Iryá Rodrigues, G1 AC, Rio Branco

‘Me senti humilhado’, diz eletricista. Caso ocorreu em Epitaciolândia, interior do Acre, enquanto funcionário trabalhava. Cliente foi condenado a pagar R$ 3 mil por danos morais.

O eletricista Adalcimar de Oliveira, de 53 anos, funcionário terceirizado da Eletrobras Distribuição Acre ganhou na Justiça, nesta terça-feira (30), o direito de receber R$ 3 mil por ter sido vítima de injúria racial em Epitaciolândia, interior do estado, em 2017.
O homem condenado chamou o funcionário de macaco e urubu enquanto ele trabalhava. A indenização será como uma reparação por danos morais. A decisão ainda cabe recurso.
Oliveira contou que se sentiu humilhado por ter sido chamando de vários termos pejorativos na frente dos colegas do trabalho. Ele, que trabalha na Eletrobras há cerca de três anos, disse que essa foi a primeira vez que passou por situação de preconceito e injúria.
“Determinaram que eu fosse fazer a religação na casa desse cidadão, mas quando cheguei lá, verifiquei que a caixa padrão dele não estava nas normas, estava sem tampa e oferecendo risco para terceiros. Não pude religar e voltei para o escritório. Ele foi até lá, tentou me agredir e não conseguiu porque seguraram ele, foi quando começou a me chamar de macaco, urubu e tudo o mais”, relatou Oliveira.
Não satisfeito, o homem ainda fez ameças, segundo o eletricista. “Foi na frente dos meus amigos que chegou me sacaneando. Fiquei humilhado, nem consegui trabalhar mais e fui embora. Ele ainda fez ameaças dizendo 'é por isso que a gente mata’. Por isso, resolvi acionar a Justiça”, disse.
Conforme o Tribunal de Justiça, que divulgou a decisão, o funcionário terceirizado informou que o homem ainda tentou agredi-lo, mas não conseguiu devido à interferência de outras pessoas. O motivo seria porque o funcionário não teria religado a energia da casa do homem.
Na decisão, a juíza Joelma Nogueira considerou de extrema gravidade os atos praticados com “finalidade de diminuir o próximo e colocá-lo como inferior em virtude de raça ou cor”. A magistrada condenou o homem “para evitar que condutas lesivas como essa voltem a se repetir”.

Cão farejador acha 543 kg de droga em caminhão que seguia de MT para SP

Ação aconteceu durante o treinamento dos novos operadores dos cães. A apreensão ocorreu na BR-364 no município de Rondonópolis.

Por G1 MT

Um cão farejador da Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou, nesta terça-feira (30), 543 kg de cloridrato de cocaína em um caminhão que seguia pela BR-364 em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. À polícia, Daniel Rocha dos Santos - o motorista do veículo - declarou que entregaria o entorpecente no estado de São Paulo.
De acordo com a PRF, a apreensão ocorreu durante o treinamento dos novos operadores dos cães farejadores. O cão que atuou na ação é da raça pastor-alemão e se chama Tomy.
Ao ser abordado, o motorista ficou nervoso e alegou que seguia com o caminhão vazio para carregá-lo posteriormente. Diante da suspeita, os policiais usaram os cães, que quando chegaram perto das rodas traseiras indicaram a presença do entorpecente.


Após fiscalização minuciosa, a droga foi encontrada no teto do baú. O entorpecente estava dividido em 495 tabletes.
A princípio, o motorista alegou que não sabia do entorpecente, mas confessou que havia o carregado em Cuiabá.
Ele foi preso e deve responder por tráfico de drogas. Por estar nervoso, ele foi algemado e levado para uma delegacia.